A indústria de dados de marketing te entrega números. Ninguém te entrega a decisão. É essa a lacuna que o Sherlok veio fechar.
Você tem o Gerenciador de Anúncios, o GA4, a planilha, talvez um Looker Studio. Todos concordam em uma coisa: o trabalho de transformar número em decisão é seu. Exportar, cruzar, montar, interpretar. Horas por semana, toda semana. E no fim, a pergunta que importa continua aberta: o que eu faço agora?
Um relatório diz que o CPA subiu 32%. Uma decisão diz: "o CPA subiu 32% puxado pelo conjunto X depois da troca de criativo de sexta; pause o anúncio Y e realoque a verba para Z, que atinge o mesmo público com CPA 40% menor". A distância entre as duas frases é o tempo que você gasta e o dinheiro que você perde no caminho. O Sherlok foi construído para entregar a segunda frase.
movem dado de A para B com competência. Mas te deixam sozinho no destino: BI para montar, análise para fazer e nenhum aviso quando algo quebra. O trabalho continua seu.
mostram tudo, decidem nada. E alguém precisa montá-los, mantê-los e ficar olhando.
embelezam o passado para o seu cliente ver. Não dizem o que fazer amanhã.
responde bem. Quando você exporta o CSV, cola o contexto e pergunta. Não conhece suas contas, não monitora nada e não te acorda quando o ROAS despenca no sábado. É IA de puxar, não de empurrar.
Você pergunta como pensa ("qual campanha tá queimando verba?"), sem SQL, sem dashboard, sem traduzir sua dúvida pra linguagem de ferramenta. E a IA entende ROAS, CPA, Black Friday e o contexto do gestor brasileiro.
O Sherlok monitora suas contas continuamente e te manda o que precisa de atenção toda semana: ROAS caindo, verba acelerando, oportunidade aparecendo. A ferramenta te procura, não o contrário.
Toda resposta termina em "faça isso". Não entregamos o número e boa sorte: entregamos o número, o porquê e o próximo passo.
Não executa mudanças sozinho nos seus anúncios. Hoje ele recomenda e você aplica (a execução automática está no roadmap). Não prevê o futuro, ainda; o caminho até a predição passa por aprender com as decisões reais tomadas na plataforma. E não tem 350 conectores: tem as 5 fontes que o gestor brasileiro usa todos os dias, Meta Ads, Google Ads, GA4, Google Search Console e banco de dados via SQL. Feitas com profundidade, cobrindo mídia paga e busca orgânica na mesma pergunta. A lista cresce puxada por demanda de cliente, não por press release.
Agências e gestores de tráfego que precisam responder clientes em minutos. E-commerces cansados de três ROAS diferentes que não batem. Times de marketing sem BI de plantão. Indústrias com ERP cheio de resposta e um CFO cheio de pergunta.
Veja a página do seu caso